Peptídeo de pesquisa · Alanine-histidine-lysine copper complex
AHK-Cu 100 mg
AHK-Cu 100 mg, tripeptídeo de cobre liofilizado para modelos controlados ex vivo de folículo e in vitro de células humanas da papila dérmica.


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AHK-Cu 100 mg, tripeptídeo de cobre liofilizado para modelos controlados ex vivo de folículo e in vitro de células humanas da papila dérmica.
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AHK-Cu é o complexo de cobre(II) do tripeptídeo L-alanil-L-histidil-L-lisina. Não é intercambiável com GHK-Cu: AHK começa por alanina, GHK por glicina. Esta diferença deve manter-se nas comparações.
Os 100 mg são fornecidos liofilizados em frasco selado para trabalho controlado, não como medicamento, cosmético, alimento ou produto de consumo. O resumo abrange AHK-Cu e não transfere resultados de GHK-Cu.
A publicação central é Pyo et al., Archives of Pharmacal Research, 2007 (PMID 17703734). Avaliou AHK-Cu em folículos humanos ex vivo e células da papila dérmica in vitro. São modelos humanos de laboratório, não ensaios clínicos.
As células da papila dérmica são semelhantes a fibroblastos e relevantes para morfogénese e crescimento. Os modelos permitiram estudar alongamento, proliferação e marcadores de apoptose. A evidência limita-se a estes sistemas.
AHK-Cu entre 10⁻¹² e 10⁻⁹ M estimulou alongamento folicular ex vivo e proliferação in vitro. Estas concentrações descrevem experiências; não são doses humanas, instruções de administração ou base de uso pessoal.
As observações sustentam AHK-Cu como referência laboratorial, mas não provam crescimento capilar em pessoas. Desenho, exposição, veículo, tecido, tempo e método influenciam a reprodutibilidade.
A 10⁻⁹ M observaram-se maior razão Bcl-2/Bax e menores níveis de caspase-3 e PARP clivadas. No estudo, o perfil era compatível com sinalização antiapoptótica em células cultivadas.
A citometria mostrou menos células apoptóticas, mas a redução não foi estatisticamente significativa. Esta precisão evita apresentar uma tendência como efeito confirmado. Os biomarcadores não provam benefício clínico.
A evidência é pré-clínica. Folículos ex vivo preservam arquitetura e culturas isolam células; nenhum modelo reproduz farmacocinética ou segurança humana. O estudo não estabelece eficácia, tolerabilidade, dose ou via.
Também não fornece meia-vida sistémica humana validada. Não é atribuído um valor de GHK-Cu ou outro peptídeo, pois confundiria compostos distintos. Uma futura estimativa exige dados diretos específicos.
Documentar AHK-Cu pela sequência completa e complexo cobre(II). Registar identificador, massa, preparação, solvente ou tampão, concentração, controles, exposição e endpoint, sobretudo em comparações nano- ou picomolares.
Podem ser necessários controles de peptídeo, complexo e veículo. Resultados de AHK-Cu não são de GHK-Cu e dados de outros peptídeos não devem ser importados. O protocolo requer pessoal qualificado.
O frasco contém 100 mg de AHK-Cu liofilizado. O formato não estabelece características analíticas, pureza, esterilidade, validade ou desempenho específicos do produto; esses aspectos exigem documentação de suporte atualizada.
Armazenar fechado, seco, protegido da luz e segundo o rótulo. Preparação e estabilidade dependem do protocolo e devem ser validadas. Não há receita de reconstituição, instrução de injeção, uso humano ou manuseamento clínico.
AHK-Cu é apenas para laboratório, não para consumo, autoaplicação cosmética, diagnóstico, tratamento, uso clínico ou veterinário. Seguir avaliação de risco, documentação, proteção, resíduos e regras institucionais.
Envio com rastreamento e embalagem protetora.
Exclusivamente para pesquisa laboratorial. Não se destina a consumo humano, autoaplicação cosmética, diagnóstico, tratamento, uso clínico ou veterinário.
Nos modelos citados, AHK-Cu associou-se ao alongamento de folículos humanos ex vivo e à proliferação de células da papila dérmica in vitro. A 10⁻⁹ M aumentou a razão Bcl-2/Bax e diminuíram caspase-3 e PARP clivadas; a redução das células apoptóticas não foi significativa.
L-alanil-L-histidil-L-lisina complexada com cobre(II), um tripeptídeo estudado em modelos de folículos humanos e papila dérmica.
Não. AHK-Cu começa por alanina e GHK-Cu por glicina. São complexos distintos e a evidência de um não se atribui automaticamente ao outro.
Pyo e colegas estudaram folículos humanos ex vivo e células da papila dérmica in vitro, relatando alongamento, proliferação e dados de apoptose.
Não. A evidência provém de tecido ex vivo e células in vitro, não de um ensaio clínico humano, e não estabelece eficácia clínica.
O estudo citado não estabelece uma meia-vida humana fiável. Não é atribuído nem emprestado um valor de GHK-Cu ou outro peptídeo.
100 mg de AHK-Cu liofilizado em frasco selado. armazenamento e preparação devem seguir o rótulo e um protocolo validado.
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AHK-Cu é o complexo de cobre(II) do tripeptídeo L-alanil-L-histidil-L-lisina. Não é intercambiável com GHK-Cu: AHK começa por alanina, GHK por glicina. Esta diferença deve manter-se nas comparações.
Os 100 mg são fornecidos liofilizados em frasco selado para trabalho controlado, não como medicamento, cosmético, alimento ou produto de consumo. O resumo abrange AHK-Cu e não transfere resultados de GHK-Cu.
A publicação central é Pyo et al., Archives of Pharmacal Research, 2007 (PMID 17703734). Avaliou AHK-Cu em folículos humanos ex vivo e células da papila dérmica in vitro. São modelos humanos de laboratório, não ensaios clínicos.
As células da papila dérmica são semelhantes a fibroblastos e relevantes para morfogénese e crescimento. Os modelos permitiram estudar alongamento, proliferação e marcadores de apoptose. A evidência limita-se a estes sistemas.
AHK-Cu entre 10⁻¹² e 10⁻⁹ M estimulou alongamento folicular ex vivo e proliferação in vitro. Estas concentrações descrevem experiências; não são doses humanas, instruções de administração ou base de uso pessoal.
As observações sustentam AHK-Cu como referência laboratorial, mas não provam crescimento capilar em pessoas. Desenho, exposição, veículo, tecido, tempo e método influenciam a reprodutibilidade.
A 10⁻⁹ M observaram-se maior razão Bcl-2/Bax e menores níveis de caspase-3 e PARP clivadas. No estudo, o perfil era compatível com sinalização antiapoptótica em células cultivadas.
A citometria mostrou menos células apoptóticas, mas a redução não foi estatisticamente significativa. Esta precisão evita apresentar uma tendência como efeito confirmado. Os biomarcadores não provam benefício clínico.
A evidência é pré-clínica. Folículos ex vivo preservam arquitetura e culturas isolam células; nenhum modelo reproduz farmacocinética ou segurança humana. O estudo não estabelece eficácia, tolerabilidade, dose ou via.
Também não fornece meia-vida sistémica humana validada. Não é atribuído um valor de GHK-Cu ou outro peptídeo, pois confundiria compostos distintos. Uma futura estimativa exige dados diretos específicos.
Documentar AHK-Cu pela sequência completa e complexo cobre(II). Registar identificador, massa, preparação, solvente ou tampão, concentração, controles, exposição e endpoint, sobretudo em comparações nano- ou picomolares.
Podem ser necessários controles de peptídeo, complexo e veículo. Resultados de AHK-Cu não são de GHK-Cu e dados de outros peptídeos não devem ser importados. O protocolo requer pessoal qualificado.
O frasco contém 100 mg de AHK-Cu liofilizado. O formato não estabelece características analíticas, pureza, esterilidade, validade ou desempenho específicos do produto; esses aspectos exigem documentação de suporte atualizada.
Armazenar fechado, seco, protegido da luz e segundo o rótulo. Preparação e estabilidade dependem do protocolo e devem ser validadas. Não há receita de reconstituição, instrução de injeção, uso humano ou manuseamento clínico.
AHK-Cu é apenas para laboratório, não para consumo, autoaplicação cosmética, diagnóstico, tratamento, uso clínico ou veterinário. Seguir avaliação de risco, documentação, proteção, resíduos e regras institucionais.
Envio com rastreamento e embalagem protetora.
Exclusivamente para pesquisa laboratorial. Não se destina a consumo humano, autoaplicação cosmética, diagnóstico, tratamento, uso clínico ou veterinário.
Nos modelos citados, AHK-Cu associou-se ao alongamento de folículos humanos ex vivo e à proliferação de células da papila dérmica in vitro. A 10⁻⁹ M aumentou a razão Bcl-2/Bax e diminuíram caspase-3 e PARP clivadas; a redução das células apoptóticas não foi significativa.
L-alanil-L-histidil-L-lisina complexada com cobre(II), um tripeptídeo estudado em modelos de folículos humanos e papila dérmica.
Não. AHK-Cu começa por alanina e GHK-Cu por glicina. São complexos distintos e a evidência de um não se atribui automaticamente ao outro.
Pyo e colegas estudaram folículos humanos ex vivo e células da papila dérmica in vitro, relatando alongamento, proliferação e dados de apoptose.
Não. A evidência provém de tecido ex vivo e células in vitro, não de um ensaio clínico humano, e não estabelece eficácia clínica.
O estudo citado não estabelece uma meia-vida humana fiável. Não é atribuído nem emprestado um valor de GHK-Cu ou outro peptídeo.
100 mg de AHK-Cu liofilizado em frasco selado. armazenamento e preparação devem seguir o rótulo e um protocolo validado.